Identificamos o que faz sentido no seu contexto, escolhemos as ferramentas certas e implementamos com a sua equipe — sem criar complexidade nova.
Você se reconhece nisso?
Processos repetitivos ainda dependem de pessoas
Capacidade de equipe gasta onde não agrega valor
Tentativas anteriores com AI criaram mais ferramentas soltas
Complexidade acumulada sem resultado claro
Backlog de automação cresce, prioridade nunca fica clara
Execução travada, energia desperdiçada
Decisões dependem de quem sabe onde está a informação
Gargalo humano que não escala
Respostas manuais atrasam clientes e geram retrabalho
Experiência degradada, time sobrecarregado
Time de produto gasta energia em tarefas de baixo valor
Foco errado, velocidade baixa
Como funciona
Mapeamos o contexto atual — processos, decisões, gargalos e onde a equipe perde mais tempo. Sem pressupor ferramenta.
Priorizamos as oportunidades com maior retorno real. Separamos o que tem ROI do que é complexidade desnecessária.
Escolhemos o stack certo para o contexto e colocamos para funcionar — transferindo autonomia para o time continuar sem depender da consultoria.
Quem está por trás
Soraya Lopes
Estratégia, Produto & Operações
Mais de 15 anos ajudando empresas tech a estruturar produto, operação e crescimento com consistência. Especialista em priorização executiva e reorganização operacional.
José Lery
Estratégia de Produto, Dados & AI
Background em estratégia de produto e dados, com foco em sistemas de decisão e AI aplicada ao negócio. Transforma complexidade operacional em clareza executiva.
Próximo passo
30 minutos para entender o que faz sentido no seu contexto. Sem pitch de ferramenta, sem proposta genérica.
Perguntas frequentes
Qualquer processo com etapas repetíveis, baseado em regras ou que dependa de leitura e classificação de informação é candidato. As áreas mais comuns em empresas tech incluem: suporte ao cliente (triagem e resposta a chamados frequentes), onboarding (fluxos de ativação e notificações), operação interna (relatórios, aprovações e atualizações automáticas), produto (coleta e categorização de feedback), financeiro (conciliação e extração de dados de documentos), marketing e vendas (qualificação de leads e follow-up) e dados e decisão (dashboards conectados a dados reais da operação).
Trabalhamos de forma neutra na escolha de ferramentas — não temos parceria comercial com nenhum fornecedor. As plataformas com que mais operamos incluem n8n, Make e Zapier para orquestração de fluxos, Claude (Anthropic), OpenAI e Google Gemini para raciocínio e geração de conteúdo, Google Workspace e Microsoft Copilot para automação de produtividade, e Airtable, Sheets e CRMs como camada de dados.
O processo segue seis etapas principais: mapeamento de contexto, identificação de oportunidades, avaliação de viabilidade, escolha de ferramentas, implementação com a equipe e transferência e autonomia. O ritmo e o escopo de cada etapa variam conforme o tamanho e o estágio da empresa.
A Espiral 12 atende empresas tech que já têm produto rodando e equipe formada — tipicamente startups e scale-ups entre 20 e 300 pessoas. O perfil mais comum é uma empresa que cresceu, ganhou complexidade operacional e percebeu que as iniciativas de AI não estão gerando o retorno esperado.
A maioria das agências começa pelas ferramentas — a Espiral 12 começa pelo problema. Nossa entrega não é a automação em si, é a clareza sobre o que vale automatizar e a capacidade instalada na equipe para continuar. Para quem precisa apenas de implementação técnica pontual, uma agência pode ser a escolha mais adequada.
A primeira conversa é uma sessão de 30 minutos sem compromisso. Você compartilha o contexto atual e devolvemos uma primeira leitura do cenário. Não há pitch de proposta nessa conversa.